quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Rápida

GERAÇÃO 7 GANHA
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AS ESTRADAS




A Geração 7 das carroçarias rodoviárias Marcopolo, um novo ciclo em se tratando de transporte de passageiros com maior segurança, conforto e design diferenciado, começa a ganhar as estradas brasileiras com as primeiras entregas aos clientes de norte a sul da empresa gaúcha. As duas primeiras transportadoras a receberem a G7 são o Expresso Guanabara, de Fortaleza (CE) e a Viação Santa Luiza da cidade de Carlos Barbosa, no RS. A Santa Luiza adquiriu duas unidades do Paradiso 1050 equipadas com chassi Volvo B9R 4x2, e serão utilizadas no transporte de passageiros em linhas turísticas. “Desde julho realizamos um road show pelas principais cidades do Brasil, com diversas visitas a clientes e encontros para apresentação dos novos modelos. A receptividade tem sido ótima e já ultrapassamos os 600 pedidos”, adiantou Paulo Corso, diretor de operações comerciais para o mercado brasileiro da Marcopolo. O Expresso Guanabara adquiriu 130 unidades, sendo as primeiras 18 dotadas de chassis Mercedes Benz O500 RS configuradas nas classes convencional (Galant), executivo (Genesis) e leito (Glamour) para operações em linhas regulares na área de atuação da empresa cearense.
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Fotos - Divulgação
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RIO DE JANEIRO INICIA TESTES
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COM BIODIESEL B20

Antonio Ferro

São 15 ônibus de três diferentes empresas - Real Auto Ônibus, Viação Ideal e Rodoviária A. Matias – que começaram no dia 22 de setembro os testes com a porcentagem de 20% de biodiesel misturado no diesel comum na capital fluminense em mais uma pioneira atitude para o uso de combustíveis alternativos. Segundo a Fetranspor, federação que congrega as empresas de ônibus do estado do Rio de Janeiro, o laboratório de campo será semelhante a ação implementada em 2007, quando o programa “O Rio de Janeiro Sai na Frente: Biodiesel 5% nas Frotas de Ônibus”, uniu o governo do Estado, as distribuidoras Petrobras, Shell e Ipiranga e as montadoras Mercedes-Benz do Brasil e Volskswagen Caminhões e ônibus, em experiência pioneira no país em termos de magnitude (chegou a contar com 3.500 ônibus alimentados com biodiesel B-5) cujo relatório foi apresentado em 2008.


Essa nova iniciativa tem como objetivo garantir, através da avaliação da performance, a viabilidade econômica e o desempenho ambiental do combustível na frota de ônibus ao Comitê Olímpico Internacional, quanto à capacidade da capital fluminense em sediar os Jogos Olímpicos de 2016. A Fetranspor revelou ainda que fará o monitoramento de todos os indicadores, consolidando os dados no relatório final. Cada ônibus rodará 300 km por dia e consumirá 100 litros do novo biodiesel. Os testes terão duração de um ano.

Fotos - Jorge dos Santos/Fetranspor
Ponto de vista
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FICANDO PARA TRÁS
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Antonio Ferro
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Nos últimos dias tenho recebido diversos e-mails relacionados ao tema metro-ferroviário. Vejo que há uma mobilização, desde já, para que as cidades brasileiras adotem esse tipo de modal em seus sistemas de transporte coletivo visando a Copa do Mundo de 2014. São nomes estrangeiros querendo revelar às autoridades federais, estaduais e municipais todas as vantagens na utilização de trens, metrôs e principalmente os veículos leves sobre trilhos, conhecidos como bondes. Essas empresas, com larga experiência no assunto, vêm no mercado brasileiro uma excelente oportunidade de poder atestar toda a capacidade e os benefícios de seus produtos. Inclusive, algumas cidades já bradaram que o VLT será o principal foco em se tratando de transporte de massa.

Agora vem a minha pergunta: e a indústria nacional do ônibus, em que situação ela fica perante a toda propaganda que as fabricantes de trens e afins fazem neste momento? Não se movimentará para demonstrar uma imagem positiva de seus produtos? Ou simplesmente ficará na surdina, aguardando que os tais BRT’s da vida sejam a única maneira de provar a eficiência no transporte realizado por ônibus? Desde que me conheço por gente, vejo a Coca Cola divulgar seus produtos em constantes peças publicitárias, nunca deixando-se cair no ostracismo. Know How é que não falta para as marcas consagradas de ônibus no Brasil. Acredito que haja uma carência de propagandear o que podemos apresentar para que o transporte feito pelo ônibus urbano possa ter seu conceito modificado, revelando que pode sim ser uma excelente e congruente opção de mobilidade. Só para exemplificar, o setor brasileiro de caminhões tem significativa importância perante ao ônibus, pois sempre está apresentando novidades tecnológicas e de conceitos, mas que na comparação não deveria ser tão diferenciado, pois transporta apenas carga e o ônibus leva pessoas. No jogo entre sistemas sobre trilhos e pneus, 2 a 0 para o time dos férreos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

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VOLVO DO BRASIL
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APRESENTA NOVA
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DIRETORA FINANCEIRA

Mônica Beckert, que está há 24 anos no Grupo Volvo, é a nova diretora financeira da Volvo do Brasil, tendo passado por várias posições executivas na companhia, sempre na área financeira. É a primeira vez que um executivo brasileiro assume este cargo. Mônica é também a primeira mulher a ocupar um cargo de diretoria na Volvo do Brasil. Ela substitui a Wim Keja, que estava na função há sete anos e atualmente ocupa posição executiva na Alemanha, também no Grupo Volvo. Beckert, até meados deste ano, era a CFO da Volvo Trucks Itália.


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

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MAN INVESTE NO MERCADO
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SUL-AFRICANO


Antonio Ferro

Os preparativos para a realização da Copa do Mundo de futebol 2010 na África do Sul entram em ritmo de finalizações, pois restam nove meses para o acontecimento e se o planejado ocorrer de modo equilibrado e dentro do cronograma, podemos entender que a reta final começa a surgir para seus organizadores. A MAN Nutzfahrzeuge, através de sua subsidiária MAN Truck and Buses South África, sabe muito bem como aproveitar o momento e fazer daquele mercado uma ótima oportunidade para semear sua marca. A mais recente tacada foi atender ao pedido de 110 ônibus realizado pela PRASA, que é a Agencia Pública de Transporte da África do Sul e que serão operados pela Autopax inicialmente nos deslocamentos de turistas que visitarão o país durante o evento esportivo e depois no transporte intermunicipal.

Divulgação

O tipo de ônibus escolhido nesse novo negócio remete aos nossos conhecidos modelos com motorização dianteira. A comparativa termina aí. O modelo alemão HB4/310 6x2, produzido em Salzgitter, será enviado em CKD para a planta da cidade sul-africana de Olifantsfontein onde receberá a carroçaria. Ele é dotado do motor D20 com 310 HP Euro 3, câmbio TipMatic com 12 velocidades, tem suspensão pneumática em todos os eixos, sistema ABS e ASR, além do Eletronic Brake System. O comprimento total do veículo é de 13,9 metros e a carroçaria conta com sistema de ar condicionado e generosa área envidraçada. De acordo com a MAN, o veículo possui chassi altamente robusto para enfrentar as severas condições em se tratando de clima e topografia. Segundo a montadora, ela já foi a principal marca de ônibus na África do Sul. Para 2009 espera comercializar naquele país cerca de 500 ônibus.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

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GRAN FLEX SOFRE
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ATUALIZAÇÃO


Fotos - Divulgação

A paranaense Mascarello promoveu recentemente a atualização de sua carroçaria intermunicipal Gran Flex, considerada pela encarroçadora o grande sucesso de vendas ao segmento de fretamento. Segundo a diretoria da empresa, a alteração envolveu um aspecto mais limpo na área frontal do veículo, sendo incorporados novos faróis com lentes integradas e espelhos carenados para facilitar as manobras e a visibilidade. Outros detalhes, como o maior espaço no bagageiro, a porta de acesso mais larga, o novo painel do motorista com ótima ergonomia e disposição dos instrumentos e o acabamento do interior do salão de passageiros, com um novo porta pacotes que oferece maior conforto ao usuário, são os elementos diferenciais nessa nova versão do Gran Flex 2010.


O modelo tem três comprimentos - 11.140mm, 12.100mm e 12.500 mm, além da nova altura externa, de 3.300mm, sem ar condicionado. Ele pode ser equipado com chassis Agrale, Mercedes Benz e Volkswagen (Man Latin America) dotados de motorização dianteira.
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É O BICHO

Antonio Ferro

Uma campanha ambiental com a finalidade de preservar as espécies nativas de animais do Brasil e ainda interromper o seu tráfico foi lançada ontem no Rio de Janeiro em parceria entre a Util – União de Transporte Interestadual de Luxo – e a Fundação RioZoo. Com o título Preservar a Fauna é Util, a ação irá contar com palestras para as crianças em escolas públicas de todo o país e movimentos em Brasília reunindo autoridades ligadas ao Meio Ambiente e representantes de entidades da defesa da fauna brasileira. “Além de conscientizar a nova geração, queremos mostrar e chamar a atenção das autoridades e da população brasileira para a preservação da fauna num movimento contra o tráfico de animais, cada vez mais presente em nossa sociedade”, disse Silvia Barata, diretora da Util. A apresentação desse projeto ocorreu no Jardim Zoológico e lá compareceram cerca de 100 crianças das escolas públicas do Rio e ainda um grupo infantil portador de deficiência e integrante do Teatro Novo.

Fotos - Jorge dos Santos/Fetranspor

Além disso, dois novos ônibus da empresa foram pintados em alusão ao projeto carioca nas cores da zebra e onça pintada, os animais símbolos dessa campanha. Os veículos receberam carroçaria da Marcopolo e chassi Mercedes Benz, configurados internamente no serviço convencional com ar condicionado e sistema de som e vídeo a bordo. Além de operarem pelas ruas da capital fluminense, os ônibus estarão rodando por três estados através de suas linhas regulares, como a Rio – Brasília (a mais longa operada pela Util), transportando a mensagem proposta nesse instrumento que evoca a ecologia brasileira. A Util foi fundada em 1950 e está sob controle do Grupo Guanabara desde 2003. Possui uma frota com 200 ônibus equipada com GPS que percorrem cerca de 3 milhões de km mensalmente e transportam mais de 150 mil passageiros/mês através de suas linhas que interligam cidades dos estados de Minas Gerais, Rio, Distrito Federal e São Paulo. De acordo com informações, Silvia Barata sempre manifestou uma preocupação com a causa dos maus tratos e tráfico de animais. Para exemplar sua dedicação, hoje ela mantém na garagem da transportadora alguns animais em estado de tratamento e recuperação provindos dos mais variados lugares do Rio de Janeiro. Foram investidos cerca de R$ 2 milhões nesse projeto.